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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Policiais ameaçam paralisação em toda a Bahia.

Fonte:Bocão News 
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
                                                                                           Quem não presenciou os momentos de pânico e terror ocorridos no ano de 2001, na greve da Polícia Militar da Bahia (PMBA), deverá viver em 2012. É o que afirma o presidente da Associação de Policiais e Bombeiros do Estado da Bahia (Aspra), soldado Marco Prisco. “Não é o nosso objetivo implantar o terror no estado, mas, como qualquer categoria, estamos cobrando o que nos é de direito. E, por não estarmos sendo recebidos, temos que ir até as últimas conseqüências”, disse o presidente. 
Prisco, que também é diretor da Associação Nacional dos Praças (Anaspra), estabeleceu a assembléia geral da categoria, marcada para o próximo dia 31 de janeiro, às 15h, no Ginásio dos Bancários, como prazo limite para o Governo do Estado se manifestar em relação as pautas de reivindicações da categoria. “Durante a concentração com os policiais, iremos colocar para a categoria a postura do governo, e decidiremos o que deverá ser feito. Mas, posso adiantar que, pelo andar da carruagem, a situação não está boa”.
A Anaspra espera repetir na Bahia as mesmas ações, consideradas vitoriosas, de outros estados. A PM cearense paralisou as atividades no dia 29 de dezembro, e após uma semana – 4 de janeiro – encerrou a ação. A categoria conseguiu negociar com o governo. A mesma metodologia foi adotada A Polícia Militar do Estado do Pará que suspendeu na noite do último dia 19 de janeiro, em assembléia, a ameaça de paralisação. A categoria negociou com o governo melhorias salariais e alcançou ainda a criação de um decreto, que oficializa uma permanente mesa de negociações entre o Estado e os militares.
“O desejo de todos nós é que não ocorra a paralisação, com indicativo de greve. Mas, infelizmente, o governo brasileiro só resolve negociar quando fazemos ameaças e concretizamos estas ameaças”, disse Prisco. Quando questionado das chances reais de paralisação o diretor da Aspra foi enfático: “99% de chances de paralisação, 1% de chances do governo nos atender”.

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